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"[...]
foi a pata dos muares, como os
cascos das boiadas, depois da
dispersão dos currais pelas zonas
propícias à criação, que ajudou
a abrir as estradas que ainda hoje são
trafegadas no interior, muitas das
quais orientando as ferrovias e as
rodovias."
João Dornas Filho |
Segundo
o médico, ex-prefeito e historiador Dr.
Raimundo Lima, a história da música em
Corinto começa em 1910, ainda no arraial do
Curralinho, com a fundação de duas bandas
rivais, por Ursulino
Lima
e Antônio
Martinho Pertence,
que exerceriam suas atividades por muitos
anos. Aliás, Ursulino Lima já teria
formado o primeiro conjunto musical, em
1908. Porém, na primeira metade do século
XIX já se registra a presença de um mestre
de música, compositor, instrumentista e
regente de coro na vila de Curvelo e a
expedição ao Brasil (1817 a 1820)
empreendida pelos cientistas europeus Spix
e Martius,
quando da passagem pelo sertão de Minas
Gerais, mais especificamente em Diamantina e
margens do rio São Francisco relatam, festejando
o fato como a expressão do mais alto
triunfo artístico no sertão brasileiro,
a presença de “vaqueiros com um
carregamento de instrumentos, papéis de música
e estantes, num curioso amontoado sobre os
lombos das bestas e tocando com jovial
confiança o quarteto mais antigo de
Pleyel(*)”.
Ainda, segundo Martius,
em muitos lugares de Minas Gerais, existia
material musical suficiente para qualquer
função, por mais inesperada que fosse a
solicitação, além das inúmeras
orquestras de fazendas, formadas por negros
escravos de ambos os sexos.
No
início do século XX a música repetia
basicamente os gêneros característicos
predominantes do século anterior, quais
sejam: valsa, modinha, cançoneta, chótis,
polca ficando evidente a forte influência
da música européia, principalmente a
francesa, e as mesmas maneiras de tocar e
cantar, as mesmas formações instrumentais
e a predileção pela música de piano.
Imagine-se o trabalho que não deu, nos
tempos idos, o transporte de pianos, para as
regiões mais afastadas do Estado de Minas.
Nem trem de ferro, nem caminhões. O meio de
transporte teria sido o carro de boi. E o
que é mais digno de admiração é que
havia pianos em todas as cidades
interioranas. Mais. Apesar da falta de
comunicação rápida, as músicas dos
minuetos, das grandes valsas, das polcas e
das mazurcas chegavam aos mais longínquos
rincões. A modinha que se cantava na Corte
era cantada em Ouro Preto, em Diamantina, em
Teófilo Otoni, em Santo Antônio dos Patos.
O início do século XX ainda seria marcado
por um grande acontecimento tecnológico na
música: em 1902 surgia o disco.
Diante
de tais considerações podemos inferir que,
se Curralinho fora uma tradicional paragem
de tropeiros em pleno sertão, próxima a
Santo Antônio do Corvelo (Curvelo) e o
Arraial do Tijuco (Diamantina), decerto
haveria alguém que tocasse algum
instrumento no pequeno arraial.
Se
por um lado tropeiros e mascates contribuíram
na formação musical de Curralinho
transportando em suas cargas, além de víveres
e provisões, violões e violas, realejos e
gaitas (imagine-se a tragédia para
transportar pianos), por outro um grande
acontecimento no raiar do século XX iria
consolidar a música local: a chegada dos
trilhos da Central do Brasil trazendo a
Maria Fumaça.
Se
o trem de ferro trouxe o progresso e com ele
novos povoadores, ferroviários advindos de
todo lado, comerciantes, ex-escravos, etc
atraídos pela mão-de-obra proporcionada
pela construção dos vários ramais da
linha férrea trouxe também andarilhos e
aventureiros de índole várias atraídos
por toda sorte pela trilha da Maria Fumaça.
A
estação de Corinto fora inaugurada em 1906
com o nome de Curralinho. Na época, ponta
de linha da Linha do Centro, acabou sendo
mais tarde o ponto de partida para o
prolongamento da linha para Pirapora, depois
ramal de Pirapora, e para o ramal de
Diamantina, além de dali ter partido o
trecho para Montes Claros, incorporado mais
tarde à Linha do Centro.
Dos
primeiros novos moradores do início do século
XX destacamos o senhor Ursulino
Lima,
mestre de música, alfaiate e comerciante e Antônio
Martinho Pertence,
mestre de música e ferreiro.
Ambos fundariam, como já foi dito,
duas bandas rivais em 1910, sendo que, em
1908, Ursulino
Lima
já houvera formado o primeiro conjunto
musical. Era costume da época que cada
partido político (geralmente eram dois), em
todas as cidades de certa importância,
possuísse sua banda. Cada banda deveria
sobrepujar à adversária tocando peças inéditas.
Baseando-me neste fato histórico pude
depreender-me do porquê de haver duas
bandas locais. Deduz-se, também, que para
haver duas bandas seriam necessários haver
muitos músicos em Curralinho. E isto muito
provavelmente ocorreu devido ao fato do
prolongamento da linha férrea até
Diamantina, o que provocou um êxodo de
muitos diamantinenses para Corinto.
O
ramal Corinto-Diamantina teve sua construção
iniciada em 1910, perdurando por quatro anos,
diante de dificuldades várias devido à
topografia montanhosa do caminho, o que deve
ter proporcionado um grande volume de
pessoas na mão-de-obra, uma vez que, não
possuindo túneis a alternativa foi a
abertura de cortes e curvas de nível,
contornando as montanhas e construção de
diversas pontes de metal com estrutura sobre
pedras atravessando os rios das Velhas,
Pardo e Pardinho. Quando inaugurou-se a
linha, em 1914, Curralinho já contava com
inúmeras pessoas advindas de Diamantina
trazendo na bagagem a musicalidade herdada
do emérito organista, regente e compositor
José Joaquim Emérico Lobo de Mesquita,
que viveu na segunda metade do século XVIII
no Arraial do Tijuco.
Este
fato pode ser comprovado com a chegada, em
fins da década de 20, do maquinista
diamantinense João Júlio da Silva que, além
de tocar na banda de música, tinha um
conjunto de jazz. São contemporâneos de João
Júlio da Silva
os músicos Zé Raimundo
(que mais tarde tornaria-se sinônimo da
Associação Musical de Menores quando este
a dirigiu), Dete do Bandolim (Iodete
Pereira),
o ex- ferroviário e trombonista de vara Zé
Catarino,
o pandeirista Moacir Tatu
e o trombonista de vara Moacir
Caldeira Brant.
João Júlio da Silva
era exímio tocador de saxofone, acordeom e
pandeiro e deixaria o seu legado aos filhos Irene
Gonçalves da Silva
e Geraldo Gonçalves da Silva, o
Tuzinho,
como veremos mais adiante.
Em
1923, a estação tomou o nome atual, quando
foi elevada a município, tendo sido a mudança
de nome motivada por cacófato do nome
original, segundo Max Vasconcellos. A cidade
cresceu por ser um entroncamento de três
linhas e também por possuir uma oficina da
Central, depois da RFFSA. A
estação de Corinto tornara-se um
importante ponto para os passageiros que
vinham ou iam para Belo Horizonte,
Diamantina, Pirapora e Montes Claros uma vez
que a baldeação era sempre feita ali. Como
a linha era de bitola estreita, os trens não
possuíam vagão-restaurante (o trem era
composto de locomotiva, carro de primeira,
carro de segunda, carro do estafeta [correios],
carros de cargas). Em vista disso, as
paradas em Corinto à espera dos trens
propiciara o surgimento no entorno da estação
de pontos de refeições, restaurantes e comércio,
pensões, hotéis e hospedarias, bares,
botequins, pequenos empórios e prostíbulos
(mormente este último, sempre atraía
aventureiros à procura de prazeres, jogos
de azar, bebidas e com isto iam surgindo os
primeiros menestréis), estimulando o
movimento de passageiros e o desenvolvimento
econômico da cidade (Aliás, o município só
teria um outro momento de desenvolvimento
econômico comparável em sua história, na
década de 1950, quando da construção da
Barragem de Três Marias).
Em
1924, na madrugada do dia 20 de julho, duas
bandas de música e fogos, com certeza
preparados por Chico
Fogueteiro,
acordaram a população de Corinto para as
grandes festas da inauguração do novo
município e instalação da Câmara, já
eleita no dia 15 do mesmo mês. Pela manhã,
as ruas lindamente ornamentadas com
guirlandas e galhardetes davam ao ambiente o
aspecto alegre dos dias de festas. Políticos,
autoridades e um grande número de pessoas
da cidade se juntaram em frente ao coreto
armado em junto à Câmara especialmente
para a ocasião. Às 11 horas o Revmo Frei
Pedro Schretlen, coadjuvado pelos Revmos
Frei Félix Pompen e Frei Jorge de Bôer,
cantou missa campal, tocando durante a missa
a orquestra dirigida pelo maestro Antônio
Alves.
Após a missa, na posse da Câmara em meio a
inúmeros discursos e prolongadas salvas de
palmas, as bandas “Lira
Operária”,
dirigida pelo maestro Pacheco
e
“N.
S. da Conceição”
pelo maestro Antônio
Alves
dividiram a animação das solenidades. Já,
durante o banquete servido às 14 horas no
Cinema Ideal, quem tocou foi um corpo de
orquestra do Theatro
Municipal de Bello Horizonte,
especialmente contratado para este fim,
tendo sido regida pelo maestro Sr. Flores.
Nos salões da Câmara e do Cinema Ideal feéricamente
iluminado dançou-se até alta madrugada do
dia 21, conforme noticiaria no dia 24 de
julho o jornal paroquiano “A
Villa de Corintho”.
Por
esta época o Brasil já conhecera a Semana
de Arte Moderna, movimento que fazia ferver
o cenário cultural paulista, com ecos no
Rio de Janeiro e Minas Gerais, tentando
renovar as artes e a forma de pensar o país,
valorizando tudo o que era nacional,
verdadeiro, nativo e original e as primeiras
transmissões de rádio que tinham em sua
programação números musicais,
especialmente música erudita e ópera,
reproduzidos através de discos. Outro fato
importante nas décadas seguintes, além do
rádio é a chegada do cinema falado. Do
final da década de 20 até meados da década
de 40, conhecida como a Época de Ouro do rádio,
aparecem inúmeros artistas talentosos numa
mesma geração. Passaram pelo rádio e ali
ganharam nome alguns dos melhores intérpretes
e compositores da música popular brasileira,
entre os quais Chiquinha Gonzaga, Catulo da
Paixão Cearense, Ernesto Nazareth, Zequinha
de Abreu, Pinxinguinha, Carmem Miranda, Mário
Reis, Noel Rosa, Ari Barroso, Sílvio Caldas,
Orlando Silva, Vicente Celestino, Lamartine
Babo, Francisco Alves, Pixinguinha, Marlene,
Emilinha Borba, Elisete Cardoso e Araci de
Almeida.
Enquanto
tudo isto ia acontecendo nos grandes centros
do Brasil, em Corinto Chico
Fogueteiro já
havia chamado lá do Serro o seu amigo e
cantador de folia Prudêncio
para
criarem a primeira Folia
de Reis
em Corinto, influenciando a João
de Prisca e
Chico
Gravito a
criarem mais adiante novos foliões. Chico
Fogueteiro
teria sido, ainda, um dos primeiros
seresteiros da cidade. Exímio violeiro, Chico
ainda
trouxe o Guaiano
(conhecido
também como cateretê ou catira) para a
cidade. Logo se casou e veio a constituir
enorme prole que no futuro iriam constituir
importante núcleo de músicos e cantores na
cidade até os dias atuais.
Em
fins da década de 40 e início da de 50,
muitos eram os “artistas” em Corinto, a
maioria ferroviários: Zé
Canela
(José de Andrade), Zé
Efigênio, “Seu” Biduca
(Orozimbo Rodrigues), Abel
Macaco
(Abel de Freitas). Todos cantores. E os
violonistas Tino
Maria Branca, Geraldo Cangalhinha, Julião
da Sinuca, Raimundo Leão.
Nos
anos 50 as bandas passam para mãos de novos
regentes. A Banda do Centro Operário é
comandada pelo maestro e instrumentista João
Nepomuceno e
o maestro Delduque,
sargento reformado da Polícia Militar do 3º
BPMG - Diamantina, a Banda da Prefeitura.
Muitos são os músicos integrantes das
mesmas: Chico
Dunga, Raimundo Azevedo, Pacheco, Crispim, Zé
Raimundo Pingo e
Zé
Alonso. É
nesta década que a televisão chega ao
Brasil, o elepê de 33 rpm, o rádio tem sua
época de maior prestígio e na música as
novidades são o baião e o surgimento da
bossa nova que revolucionou a MPB na década
seguinte.
A
efervescência cultural dos anos 60 tem
reflexos imediatos em Corinto: dona Laís
de Paula,
esposa de um funcionário do Banco do Brasil,
pianista e maestrina incentiva a criação
de um Grupo
de Serestas
que tinha como base filhos de Chico
Fogueteiro.
No ano de 1967, na missa e festa posse do
então prefeito Dr.
Hugo Ferreira Machado
e com tal apoio do mesmo, o Grupo
de Seresta
estréia tendo Dico
de Violeta
como regente. Nas décadas seguintes o Grupo
de Seresta passa a contar com o apoio de Dr.
Raimundo Lima
que empresta o nome ao grupo e financia via
prefeitura a gravação de cerca de LPs.
Na
segunda metade da década surgem os famosos festivais
da canção da televisão
e nomes como Edu Lobo, Chico Buarque,
Caetano Veloso, Gil, Milton Nascimento, Jair
Rodrigues, Geraldo Vandré, Maria Betânia,
etc. Os
Beatles
já é uma unanimidade no mundo e os baianos
revolucionam a MPB com o Tropicalismo.
Em Corinto alguns jovens, influenciados por
tantos acontecimentos revolucionários e
pela repressão recém-instalada através do
regime ditatorial, criam um conjunto musical
que tornou-se a grande sensação da região,
fazendo bailes memoráveis: o Corinthians
Boys.
Composto por Tião
do Sax, Juca do Piston, Pitucha
depois Dim
de seu Hélio
na bateria, Aroldo
de Seu João dos Santos
no vocal, Afonso
Guelão
no contra-baixo, Raimundo
Macedo na
guitarra o Corintihans
Boys
resistiria até o final dos anos 70 e tendo
as seguintes pessoas passado pelo conjunto: Antônio
e Joãozinho
Macedo,
Vitrinho
Viana,
Omar
e Odimar
de Beijo,
Goiaba
e Niltinho,
estes dois últimos oriundos de Sete Lagoas.
Nos últimos anos, o Corinthians
Boys
passou a se chamar San
Remo.
Por
esta época e na esteira do sucesso do Corinthians
Boys
surgem mais outros dois conjuntos: O Bagdás,
composto por Pedrinho
de Alú, Ramiro, Wilson
só para citar alguns e o Hijos
de la Madre que
tinha Brício
Mendes (Camilo)
à frente.
A
década de 70 e boa parte da de 80 é
recheada de inúmeros boêmios, seresteiros
e grupos de serenatas seja nas pracinhas da
cidade, nos bares e botequins e, também,
nos cabarés (zona do meretrício). Alguns
nomes marcaram época e influenciaram várias
gerações: Geraldinho
de Olegário, Chicão Paia Preta, Tino
Barbosa, Zezinho Cabaré, Ailton Alonso,
Valdir Barbeiro e
seu irmão Jair Seco, Raimundo Gole,
Aroldo e Mauredson filhos
de “Seu” João dos Santos, Hélcio
de Ismael, Berico
e Márcio de Antônio Romão, Zeinha,
Marta Rocha, Edson Cachacinha, Zé Aniceto,
Diquinho Coelho, Demizinho Alonso, Delson
Caolho, Caraolho,
etc. etc.
Os
anos 80 ficaram marcados por inúmeros
acontecimentos: o surgimento do FECOR –
Festival da Canção de Corinto, o uso do
mecânico nos clubes da cidade sob a influência
das discotecas dos grandes centros urbanos e
a popularização das mesmas através da
novela global “Dancing Days” e pelas
serestas realizados em inúmeros bares da
cidade. Os nomes mais expressivos dessa época
são: Didi Alonso, Demóstenes e Edite,
Geraldinho de Olegário, Maurílio Viana,
Mauro Lopes (Viana), Beto Negrete, Negrete,
Iodete Pereira (Dete do Bandolim), Nego do
Acordeom, Ailton Alonso, Zeca Careca, Edson
Braziolli, Dico do Bco. do Brasil e Violeta,
Tasso Alvarenga, Valter Cigano, Raimundo Leão
e seus filhos Adilson Machambre e Neném,
Jorge Patrício, Márcio Cigano,
Zé Miro, Eduíno Filho, Plínio
Silva, Toninho Rocha, Renato Oliveira,
Welton Ribeiro, Zé Maria Pereira, Taquinho
Leal, Rubem Vasconcelos, Grupo Portal do
Sertão, Marina Silva, Roberval, Toninho e
Roberto Iglesias, Elvino Pita Louredo,
Giovani Damásio, Marcelo Caldeira, Fabrício
Simões, Zé Pereira
dentre muitos outros.
(*)
Pleyel, Ignaz Josef (1757-1831). — Músico
francês nascido na Áustria. Pianista e
compositor. Fundou na França uma fábrica
de pianos famosa internacionalmente, que
conserva o seu nome. (voltar
ao texto)
REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS: ARAÚJO,
Pe. Alberto Vieira de Araújo. C.SS.R. Curvelo
do Padre Corvelo - Notas Históricas,
2.ª edição - Imprensa Oficial, Belo
Horizonte - 1988 LIMA,
Raimundo. O Campo da Garça, de João
Tavares da Rocha a Ursulino Lima (História
de Corinto) - 1.º vol., Ed. Cutiara, Belo
Horizonte - 1998 NEPOMUCENO,
Rosa. Música Caipira:
da roça ao rodeio,
Editora 34 Ltda., São Paulo - 1999 RIBEIRO,
Wagner. Noções
de Cultura Mineira -
Editora F.T.D. S/A - São Paulo - SP -
1966 SESC
- Serviço Social do Comércio, (Administração
Regional em Minas Gerais) - Antologia
publicada pelo. Minas
Perpétua [Paisagens,
Culturas, Gentes e Riquezas], Belo
Horizonte - 1986
SEVERIANO,
Jairo & MELLO, Zuza Homem de. A
Canção no Tempo, 85 anos de músicas
brasileiras - Vol. 1: 1901-1957, Editora 34
Ltda., São Paulo - 1997 EVERIANO,
Jairo & MELLO, Zuza Homem de. A
Canção no Tempo, 85 anos de músicas
brasileiras - Vol. 2: 1958-1985, Editora 34
Ltda., São Paulo - 1997 STAPHORST,
Frei Sabino. OFM. Vinte e cinco anos no
Brasil. (1899-1924): comemoração do
Jubileu de Prata da presença dos
franciscanos holandeses no Brasil. Tradução
de Frei Helano van Koppen, OFM. Belo
Horizonte: Imprimatur, 1985.
ENTREVISTAS
CONCEDIDAS PELO TELEFONE A TADEU OLIVEIRA: Irene
Gonçalves da Silva, em 15/10/2003 Geraldo
Cardoso da Silva (Negrete), em 15/10/2003
SITES:
www.estacoesferroviarias.com.br www.diamantinanet.com.br
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